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O médico geneticista Karen Abou Saad, que fez o implante dos embriões declarou que, em 36 anos de trabalho na área, nunca viu um caso como este.

 

Caso das trigêmeas de Curitiba sensibiliza a sociedade.

Em Curitiba, capital do Paraná, pais de trigêmeas rejeitam a terceira filha e o caso vai parar na Justiça.

O casal, que se submeteu à técnica de fertilização in vitro para ter filhos, ao saber que a gravidez havia resultado em trigêmeos, resolveu que ficaria apenas com duas das crianças.

Segundo informações do hospital, o pai da criança teria escolhido as meninas que levaria para casa pelo peso e condições de saúde. Mas, ao ver que uma das escolhidas teve pequena complicação no estado, o pai das trigêmeas resolveu que trocaria esta pela filha que havia sido rejeitada no início. Diante deste comportamento do pai das crianças, o Hospital  acionou o Conselho Tutelar de Curitiba e o caso está correndo em segredo, na Justiça do Paraná.

Como o pai insistisse em deixar uma das trigêmeas para adoção, a Justiça resolveu que não entregaria nenhuma das crianças até que se resolvesse o caso. As meninas foram encaminhadas para um abrigo, em Curitiba.

O médico geneticista Karen Abou Saad, que fez o implante dos embriões declarou que, em 36 anos de trabalho na área, nunca viu um caso como este.

O caso está levantando discussões em torno da questão da fertilização artificial.

Segundo o médico Saad, os casais são informados de que a gravidez pode resultar em um, dois, ou até três ou mais filhos. E que os casais assinam documentos se comprometendo a aceitar os filhos gerados pela técnica.

A advogada do casal, Margareth Zanardini, declarou em entrevista à BandNews de Curitiba, que assim que a Justiça do Paraná decidiu encaminhar as trigêmeas para um abrigo, o casal se arrependeu do comportamento e está pedindo a guarda das três meninas.

Margareth já entrou com inúmeros pedidos de reconsideração na Justiça, mas todos foram negados.

Os pais das trigêmeas podem ser acusados pelo crime de abandono de incapaz o que acarretaria na perda da guarda das trigêmeas.

Para resolver o caso, a Justiça vai fazer uma avaliação psicológica rigorosa no casal. Só assim será possível determinar se a atitude deles foi devido a uma pressão psicológica temporária, ou se as trigêmeas  devem ser encaminhadas para outra família.

O casal, pai nutricionista e mãe economista, diz que tem condições financeiras para assumir a responsabilidade sobre as trigêmeas e também que estão arrependidos e querem as meninas. A mãe está reivindicando o direito de amamentar as trigêmeas, que desde que foram encaminhadas para o abrigo, estão privadas do aleitamento materno.

Ontem, em entrevista coletiva em Curitiba,  a advogada disse ainda que se necessário for, vai recorrer à Justiça Internacional para garantir que as crianças fiquem com os pais biológicos.

 

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