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Giuliana Vallone, repórter da Folha, que foi atingida por um disparo de bala de borracha da tropa de choque da Polícia Militar. (Foto: Diego Zanchetta/Estadão Conteúdo)

 

A repórter da TV Folha Giuliana Vallone foi atingida no olho por uma bala de borracha quando cobria o quarto protesto contra o aumento de passagem na noite desta quinta-feira (13) no centro de São Paulo. Ela estava na rua Augusta quando foi ferida. Segundo a Folha, outros seis jornalistas também foram atingidos na manifestação.

A jornalista está internada no hospital Sírio Libanês desde ontem e deve receber alta amanhã (15) pois ainda precisa passar por alguns exames e continuar com a medicação intravenosa. Giuliana levou pontos na pálpebra por conta do ferimento. Os médicos disseram à repórter que os óculos de grau ajudaram a salvar a sua visão. “Hoje meu olho ainda está bem roxo e inchado, mas consegui enxergar. O médico disse que foi um milagre“, conta Giuliana.

De acordo com a jornalista, ela estava com colegas do jornal subindo a rua Augusta quando se deparou com a Tropa de Choque. Ela diz que na sequencia foi abordada por uma pedestre que pediu informação de como chegar à avenida Paulista. “Falei para ela esperar pois tinha o tumulto e a orientei a entrar em um estacionamento para se proteger. Entrei com ela no local e sai novamente para ver se eles [policiais] tinham ido embora. Eles entraram no caminhão e voltei para falar para mulher que ela podia sair. De repente, eles saíram de novo. Não entendi o motivo“.

Ela conta que estava com o crachá da Folha pendurado no pescoço, mas acredita que o policial não tenha visto a identificação. “Não estava protestando, não tinha nenhum manifestante na rua em confronto. Ele simplesmente apontou a arma na minha direção e atirou. Eu estava na porta do estacionamento, na calçada“.

Para a jornalista, o policial teve a intenção de atingi-la. “Eu não estava filmando, não estava tirando foto. Estava apenas na rua quando ele disparou“, afirma.

Governador defende a atuação da Polícia Militar

O governador Geraldo Alckmin (PSDB) e o secretário de Segurança Pública de São Paulo, Fernando Grella Vieira, defenderam nesta sexta-feira (14) a atuação da Polícia Militar durante o protesto contra o aumento da tarifa de transporte público ocorrido na noite de quinta (13).

Em entrevista no Palácio dos Bandeirantes, Alckmin disse que a corporação tem o dever de “proteger a população, garantir o direito de o comércio abrir e preservar o patrimônio público“. Além disso, o governador afirmou que a PM agiu para evitar manifestações mais violentas.

Alckmin, porém, afirmou que atos abusivos de policiais serão investigados. “Não temos nenhum compromisso com o erro. A polícia tem uma corregedoria. Então será apurado qualquer abuso que tenha sido cometido. A polícia trabalha. Exceção, se houve um abuso isolado, isso vai ser rigorosamente apurado“, afirmou.

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