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Foto: Polícia Civil

 

A Policia Civil de Mariana lavrou o flagrante de Maria A. G, 33 anos. Segundo o Delegado de Polícia Civil, Dr. Paulo Saback, a Guarda Municipal apresentou na manhã de quinta-feira (20), a autora, sob a suspeita de estar vendendo terrenos da prefeitura.

O Delegado afirma que ao se deparar com a ocorrência notou que não existia a possibilidade de flagrante pelo delito de estelionato, pois no exato momento da abordagem a autora não estava praticando os atos de venda do imóvel, muito embora existissem elementos que demonstravam ser estelionatária.

Todavia, o Delegado passou a analisar e confrontar os documentos apreendidos, e identificou alguns contratos com características suspeitas.

Três contratos que estavam em poder da autora, onde a mesma figurava como proprietária de terrenos, possuíam as mesmas características, sendo que neles a autora figurava como compradora, apenas haviam divergências na figura dos vendedores e valor. O Delegado deduziu que a própria autora pudesse ter criado os contratos e resolveu investigar.

Determinou que uma equipe de investigadores fosse a campo para identificar e localizar as pessoas que figuravam nos contratos como se tivessem vendidos os bens à autora. Era como procurar agulha no palheiro. Mas é justamente nesse momento em que se distingue a polícia civil, ou seja, ser polícia investigativa.

Essas pessoas foram identificadas e levadas até a delegacia, onde negaram ter comercializado os bens, bem como ter assinado os contratos. Desta forma, se comprovava também a falsidade de documentos particulares.

Mas nem isso era suficiente para manter a autora presa, pois não se sabia ao certo a data em que a mesma teria realizado as falsificações.

Então o Delegado Saback, percebeu que um dos documentos havia acabado de ter a assinatura da autora reconhecida firma em cartório. Sendo assim, foi possível realizar o flagrante da autora, pelo “uso de documento falso”, previsto no art. 304 do Código Penal, haja vista que a autora teria acabado de praticar o delito de uso ao reconhecer a forma da sua assinatura, estando portanto em situação flagrancial por tal crime.

Segundo o Delegado, o delito de estelionato é muito difícil de apurar, pois os autores são dissimulados e as provas são de difícil acesso. “É preciso ter muita atenção, dedicação e paciência”.

No caso, ficou patente que os documentos falsificados eram usados pela autora para a prática de diversos estelionatos. Os valores negociados por imóvel ultrapassavam a casa dos R$ 50.000,00. As investigações prosseguem e o Delegado agora esta rastreando os valores angariados pela autora.

Varias pessoas já haviam sido vítimas da estelionatária e o prejuízo era enorme. Pessoas que economizavam durante toda a vida para adquirir um terreno e construir uma casa estavam sendo lesadas.

O Delegado agora tenta identificar mais vítimas e alerta aos cidadãos para que se certifiquem nos cartórios e na prefeitura a situação dos imóveis antes de realizar a compra, para que não caiam nesse tipo de golpe.

A autora fora levada ao presídio e responderá ao processo presa.

Fonte: Território Press

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1 Comment

  1. geraldo carlos disse:

    Porq nao mostrou o rosto da pessoa como as vitimas vao reconhecer a golpista

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