Adimar (PTB) Bambu (PDT) Bruno Mol (PSDB) Cristiano Vilas Boas (PT) Daniely Alves (PR) Fernando Sampaio (PRB) Juliano Duarte (MD) Leitão (PNT) Marcelo Macedo (PSDB) Pedro do Eldorado (PR) Prof. João Bosco (PP) Raimundo Horta (PMDB) Tenente Freitas (PHS) Tião do Sindicato (PTC) Zezé de Nego (PTB)
 

Bambu sugere CPI da Habitação e cobra explicação sobre contratação de advogado

9 de setembro de 2013

 

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Durante a reunião de Câmara na segunda-feira (2), o líder da oposição, vereador Geraldo Sales de Souza – Bambu (PDT), propôs a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar doações de lotes e casas populares em Mariana e também questionou a Câmara sobre a contratação de um advogado que está participando dos trabalhos da Comissão Processante (CP), onde é alvo de investigação.

Muitos vereadores lembraram casos onde a população carente ganha o imóvel da prefeitura e depois vendem ou trocam, até mesmo por carros. Para o líder a situação, o caso tem que ser investigado. “Não se pode fazer comércio com casas doadas pelo município”, disse justificando a abertura da CPI.

Outro ponto tocado pelo vereador Bambu é a contratação de um advogado para participar dos trabalhos da Comissão Processante. Ele relatou que esteve na Casa dia 20 de agosto durante uma sessão da Comissão Processante e que havia um advogado trabalhando junto à Comissão.

Foi solicitado ao Presidente da Comissão e ao Presidente da Casa, informações sobre a contratação, e somente na tarde do dia 02, segundo ofício encaminhado ao Edil, veio a resposta do presidente, que assim que for finalizada a autuação do processo de contratação com o escritório de advocacia para assessorar a CP, uma cópia seria enviado ao vereador.

O presidente da Câmara afirmou que a contração foi feita a pedido da comissão e que a escolha do advogado coube à própria Comissão Processante, fato controverso segundo Bambu, já que a comissão informou que não se posicionou na escolha e que apenas solicitou a contratação de um advogado.

Cassação Enganosa

Bambu questiona o motivo da escolha, já que em 1994, o mesmo advogado trabalhou em uma CP que cassou erroneamente um vereador, segundo decisão do Tribunal de Justiça de Minas Gerais e reconhecida pela própria Casa, através da Lei 2.482/11, que inclusive, até hoje busca seus direitos. “A justiça afirmou que esta Casa cometeu um equívoco na época, e quero saber por que contrataram ele novamente. Qual foi o critério [?]”, questionou.

Foto: Portal Mariana

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